Contexto: Cânticos 2
Pomba minha, que se aninha nos vãos dos rochedos, nos esconderijos, nas encostas dos montes; deixa-me contemplar teu rosto lindo, deixa-me ouvir tua voz meiga, pois tua face é tão formosa e tão doce a tua voz!”
Agarrai-nos as raposas, as pequenas raposas que devastam nossas vinhas, porquanto as nossas vinhas já estão em flor.
O meu amado é meu, e eu sou dele; ele zela por seu rebanho entre os lírios.
Antes que a brisa do alvorecer comece a soprar e o dia surja afugentando as sombras, volta, amado meu! Sê como um cervo; um filhote de corça vigoroso sobre as colinas escarpadas de Beter.
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Referências Cruzadas - Cânticos 2:16
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AtualO meu amado é meu, e eu sou dele; ele zela por seu rebanho entre os lírios.